Tempo!
Já faz algum tempo que eu não atualizava o meu blog, por falta de idéias para postar e por falta de tempo. Então, resolvi unir as duas coisas e abordar a idéia do tempo. De fato, não há como escapar, a existência de todos nós é conduzida em função dele. Eu li um artigo na internet sobre administração do tempo (que achei bastante interessante) e vou colocar, resumidamente, os pontos que considerei mais importantes: Todos os dias cada um de nós recebe exatamente 24 horas (a menos que seja o último dia de nossas vidas): nem mais, nem menos. Rico não recebe mais do que pobre, professor universitário não recebe mais do que analfabeto, executivo não recebe mais do que operário. Apesar de democraticamente distribuído, é um recurso altamente perecível. Um dia perdido hoje (perdido no sentido de que não realizei nele o que precisaria ou desejaria realizar) não é recuperado depois: é perdido para sempre. Provavelmente (numa sociedade complexa como a nossa), nunca vamos ter tempo para fazer tudo o que precisamos e desejamos fazer. Contudo, podemos administrar nosso tempo de forma racional e assim potencializar o tempo que temos disponível. Administrar o tempo não é uma questão de ficar contando os minutos dedicados a cada atividade: é uma questão de saber definir prioridades. Dentre as coisas que é possível listar como prioritárias, algumas estarão ali porque nos são importantes, outras porque são urgentes. O problema surge com coisas que consideramos importantes, mas não urgentes, e com coisas que são urgentes, mas às quais não damos muita importância. Outro ponto a considerar é que algumas das tarefas que temos que realizar não são selecionadas por nós, mas nos são impostas. Este é um problema real e de solução difícil: não somos donos de boa parte de nosso tempo. Quando aceitamos um emprego, estamos, na realidade, nos comprometendo a ceder a outrem o nosso tempo (além de nosso trabalho, conhecimento etc). É bom lembrar que ser produtivo não é equivalente a estar ocupado. Ser produtivo é, em primeiro lugar, saber administrar o tempo, ter sentido de direção, saber aonde se vai. Administrar o tempo é ganhar autonomia sobre a sua vida, não é ficar escravo do relógio. Administrar o tempo, em última instância, é planejar estrategicamente a nossa vida. Quando o nosso tempo termina, acaba a nossa vida. Não há maneira de obter mais. Por isso, tempo é vida.

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